sexta-feira, 26 de novembro de 2010

PAÇO DOS DUQUES

Espanto geral perante a estátua de D Afonso Henriques

Dia 17, Quarta-feira saímos da escola pelas 9.15h para irmos ao Paços dos Duques em Guimarães. Quando chegámos, foi-nos apresentado um senhor, chamado Carlos, que nos guiou pelo resto da nossa visita.
O Carlos começou por dizer que o paço dos Duques foi mandado construir pelo D. Afonso que era casado com D. Constança que tinha apenas 16 anos.
A primeira sala que visitámos foi a sala dos Paços Perdidos, que era onde as pessoas esperavam para falar com o D. Afonso. A sala a seguir foi a sala de jantar, onde fiquei a saber que eles limpavam as mãos aos cães, e que comiam sem pratos. A outra sala era a sala das armas onde havia armas e também facas que serviam para caçar e para comer. Por fim vimos o quarto de D. Catarina que tinha uma cama pequena, porque eles dormiam sentados. Fiquei a saber uma coisa muito engraçada: que eles faziam chichi num pote e depois gritavam 3 vezes “água vai” e depois despejavam a água pela janela!
Ainda fomos ver uma capela muito interessante. A seguir fomos ao castelo, só ver.
Gostei muito desta visita porque vi objectos únicos.                                          Carolina

Ele (Carlos) explicou-nos muita coisa, como por exemplo: quem viveu e mandou fazer o Paço dos Duques (foi D. Afonso, primeiro Duque de Bragança), por que o mandou construir (pela D. Catarina, segunda esposa dele), porque é que dormiam sentados (por um lado porque pensavam que estar deitados, era a posição da morte, por outro porque comiam muito e depois sentiam-se mal). Havia um tecto ao contrário que parecia um barco; no quarto de D. Catarina havia uma cama muito pequena; quando se queria fazer as necessidades, fazia-se num pote e depois gritava-se “água vai” três vezes e atiravam-se as imundices pela janela …
Quando a visita terminou, lanchámos. Saímos de lá e fomos ao museu das Armas de Cidadela e ao Castelo. De tarde, fomos à Citânia de Briteiros.
Adorei este dia e achei que esta visita foi muito divertida e fiquei a saber mais sobre “História”.                                                                                                                       Guilherme


Guiados pelo Carlos, excelente comunicador.


À saída da capela, no Paço dos Duques

Dentro do Castelo

No dia 17, às 14h00m, a seguir à visita ao Paço dos Duques, fomos à Citânia de Briteiros, que era uma aldeia em que o povo autóctone era celtibero.
O autocarro foi conduzido por o Sr. Machado que foi mandado pela Câmara de Municipal de Braga.
Quando lá chegamos tivemos de subir um pequeno monte onde encontramos um edifício onde a nossa professora, Alexandrina Carvalho, pagou para fazer uma visita com o Dr. José com o curso de arqueólogo. Então saímos do edifício pequeno. Na outra ponta tivemos de descer umas escadas, virámos à direita e começámos a subir o monte cheio de pedras.
Subimos, até que encontrámos um sítio onde havia uma paisagem linda! O José disse que lá em baixo passava o rio Ave. Continuámos a andar, até que parámos e o José explicou que o povo arranjava mecanismos para a água circular e ao mesmo tempo apontou para uns regos.
Depois continuámos a subir o monte e chegámos a umas casas que eram as únicas que tinham telhado (porque foram reconstruídas). Disse-nos que Martins Sarmento, era um grande arqueólogo do século XIX (em 1875) que descobriu as ruínas da Citânia de Briteiros.
Continuámos a andar e fomos dar a uma casa circular, espaçosa onde o povo se reunia. Acabada a visita, o José disse-nos que havia um Museu sobre o Martins Sarmento, o Museu da Cultura Castreja. Decidimos ir conhecer. Lá, vimos onde ele trabalhava, vimos os seus livros e principalmente vimos vestígios feitos de barro. Num sítio vimos uma pedra enorme que pesava 7 toneladas.
De seguida subimos para o autocarro e voltámos para a escola.Aprendi muito sobre a Citânia de Briteiros e sobre o Martins Sarmento.                                                                             Vicente

Subida íngreme, numa área de 24 hectares.


No topo do monte, com casas recuperadas!


... Aí havia casas/castros destruídos, onde antigamente os povos viviam.
Os primeiros povos a habitar aí foram os Celtiberos.
No chão havia muitas bolotas que os povos antigamente usavam para fazer farinha e pão (pão de bolotas) nas mós que lá havia.
Lá havia uma capela e numa pedra tinha um pé marcado, que os povos lá o tinham marcado.
Os povos mandavam a água por uma conduta para chegar às casas, mais rapidamente.
De seguida fomos ao Museu da Cultura Castreja, que fazia parte da Citânia e lá havia um pedra antiga que pesa de 7mil quilos, que fez parte do balneário da Citânia!
Adorei esta aventura e espero que aconteçam muitas mais aventuras.          Ana Paula


 
Pose, junto de uma pedra "de peso"!

 

A Lenda de S. Martinho (Trabalho colectivo)

" A Ler +..."

Leitura orientada
“Andor, a andorinha”





Luís


    
Era uma vez um espantalho chamado Zacarias que encontrou uma andorinha chamada Andor, que tinha saído do ninho, que não se importava com o rigoroso Inverno, e que se recusava a ir com as outras andorinhas para sítios mais quentes. E foi para a floresta.
Passado o Inverno Zacarias viu-a outra vez e muito surpreendido, pois não sabia como tinha sobrevivido!
Ela tinha sobrevivido com as sementes como alimento e as copas, como abrigo.
Zacarias acreditou que ela havia de aprender essas lições com as andorinhas mais velhas que têm muito que ensinar! Tal como nós crianças, que estamos permanentemente a aprender!
Xavier
 


Desenhos à vista de alguns alunos (todos foram capazes de reproduzir os desenhos e desenvolver o texto).


 

 

S Martinho

Houve a festa do Magusto. Meia hora após o início das aulas, a professora levou-nos para o recreio onde vimos já algumas turmas a fazerem jogos que pareciam muito engraçados. A professora levou-nos a um sítio onde jogámos estafetas. O jogo era fazer duas equipas e tínhamos de correr à volta da escola, com uma garrafa de água, pois não tínhamos testemunhos verdadeiros. A minha equipa ganhou!
         Depois fizemos uma roda e jogámos ao burro que era atirar uma bola uns aos outros e quem a deixasse cair ganhava uma letra até que formávamos a palavra burro.
         A seguir jogámos passes de bola, onde formámos as equipas, como no primeiro jogo, e tínhamos de fazer uma fila e passar a bola para trás e quando chegasse ao último elemento ele tinha de correr para o início da fila e depois continuar a passar para trás até que o primeiro elemento chegasse ao início. Ao acabar o jogo fomos à fogueira que já estava a arder com as castanhas. Quando o fogo acalmou, a professora descascou-me uma castanha, que estava deliciosa.
         Mais tarde as funcionárias trouxeram dois sacos grandes cheios de castanhas. Eu fui logo a correr para encher o meu cartuxo que tinha feito na sala de aulas. Comemos as castanhas, falámos até nos fartarmos e jogámos muito. Foi super divertido.
         Voltámos á sala de aulas e continuámos a trabalhar.
         Este dia foi muito divertido e acho que foi o melhor magusto de todos!                                             Vicente


As crianças a saborear as castanhas!
As castanhas a arder!

As zombies


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Dia do não fumador

Alimentação saudável

Lenda de S. Martinho

Entrevista ao não fumador

Dia do não fumador

Dia da bruxas

Dia das Bruxas
Na sala do 4º E, três
meninas chamadas Gabriela, Rafaela e Rosa, tiveram uma ideia: fazer a Festa do Dia das Bruxas!
As raparigas é que organizaram tudo: às 15h30 começámos a festa.
Começaram por dançar as raparigas com a canção da Katty Perry – Califórnia the girls, e de seguida foram os rapazes. E foi sempre assim, até que acabámos a festa.
Foi divertida por que nunca tínhamos feito outra coisa assim! Foi tudo lindo e divertido!!!  (pelas raparigas:))

No dia do Halloween todos dançámos, mas houve um pormenor: as raparigas
estavam todas a olhar/seguir a Rosa e a Gabriela!
Planeamos (nós rapazes) o que íamos dançar (como íamos dançar).
Voltamos para a sala de aula, mas antes o meu colega Tiago “Emenem”
deu-nos (a nós rapazes) uma pintarola a cada um, e não sei se sobrou alguma.
               Adorei o dia de Halloween na escola. (pelos rapazes)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O Magusto na escola


O magusto na escola

No dia 11 de Novembro de 2010 foi o Magusto na escola.
No Magusto nós brincámos muito.
Fizemos o jogo das latas e o jogo da colher sem deixar cair.
A coordenadora Alice deitou abaixo as latas quase todas, mas tinha sido batota, porque ela tinha saído do sítio.
Além disso, também houve uma fogueira gigante, que foi feita pela D. Susana e pela D. Alice.
Na fogueira tinha castanhas e estavam muito quentes.
Havia meninos que queriam saltar na fogueira, mas ninguém saltou.
Da fogueira saiu muito fumo e eu meti-me no meio dele e parecia que estava no meio das nuvens.
Depois, fomos buscar o sumo e o cartucho, que fizemos na sala, para pôr as castanhas.
Quando começámos a descascar as castanhas custou um pouco, mas conseguimos.
  Quando a fogueira se apagou, nós metemos as mãos na cinza e depois esfregamos na cara.
Eu e os meus amigos começámos a assustar as pessoas que lá estavam. Eu gostei muito!!!!

Ana 3º F

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Bem-vindos!

A Escola EB1/JI de Ponte Pedrinha saúda a comunidade educativa e dá as boas vindas aos seus leitores.