sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O NATAL NA NOSSA ESCOLA

. Respira-se um ambiente Natalício por todo a escola. São velas gigantes, arranjos florais, luzes, laços, enfeites por todo o lado. O Presépio, feito com muito carinho por todos, faz com que todas as crianças vivam esta quadra com entusiasmo, alegria e respeito.


 

 


 

Um conto ao pai natal
Era uma vez uma menina chamada Leopoldina.
Ela vivia num pais encantado.
Nesse país era Natal. Então a Leopoldina estava a enfeitar a casa .
Numa certa altura, lembrou-se que tinha de escrever, ao Pai Natal, um conto.
A Leopoldina foi tratar do conto e deixou os efeitos de Natal.
 Quando ela chegou ao quarto ouviu um barulho e olhou pela janela e ouviu o Pai Natal a dizer:
-hou! hou! Hou! Sou o Pai Natal.
Então a Leopoldina apressou-se a escrever o conto e a decorá-lo.
-Iupi! já acabei! - disse a Leopoldina.
Então Leopoldina saiu de casa para o continente, ao encontro do Pai Natal
Quando chegou lá o pai Natal disse á Leopoldina que era a sua vez.
Então ela foi e o Pai Natal gostou muito de a ouvir.
No fim, deram um abraço e ela foi embora para acabar de enfeitar a casa, toda contente, por ter contado um conto ao pai natal.


Cláudia Sofia Ribeiro
O Conto ao Pai Natal
Num dia muito frio o Lucas disse à mãe:
- Mãe, onde estão as folhas de papel?
A mãe não ligou e disse à sorte.
O Lucas teve de procurar sozinho, encontrou e começou a escrever assim:
- “Querido pai Natal. Vou-te contar um conto o que eu quero para o Natal.”
O conto ficou muito grande e quando o Pai Natal o viu ficou espantado.
Decidiu procurar o menino que lhe escreveu e disse assim: -Hou, hou ,hou! Nunca mais encontro esta morada.
- Até que enfim! – Disse o Pai Natal! Nesse momento o Lucas estava a abrir os presentes, mas o Pai Natal decidiu entrar e dizer isto:
- Deixem passar o Pai Natal!
Então o Lucas arriscou e disse:
- Olá tia! Então quem és tu? - Perguntou o Lucas.
- Eu sou o Pai Natal. Vim aqui para te dizer que eu adorei o teu conto. – Disse o Pai Natal.
No fim, o Lucas  decidiu escrever ao Pai Natal, todos os anos.


Beatriz Manso Ferreira
UM DIA DE NATAL

      Era uma vez, num dia de Natal, uma menina chamada Lúcia, muito pobre que vivia numa aldeia com a sua família. Nessa mesma aldeia vivia um rapaz chamado Nicolau, que era rico, e por isso decidiu partilhar um pouco da sua riqueza comprando comida, fruta e bebidas para oferecer a todas as famílias pobres da sua aldeia, para eles terem um Natal mais feliz. E assim foi, esse Natal foi festejado de forma alegre, com muita comida e brinquedos para todos os meninos.
      Com este gesto Nicolau tornou-se um santo, e em todos os natais todos os meninos vão ter direito a prendas.

Margarida Maia
            Um conto de Natal
            Era uma vez um menino chamado João. Esse menino gostava muito de receber prendas do Pai Natal, mas compreendia que nunca se pode ter tudo e não sabia se receberia alguma. Andava muito ansioso.
            No dia 24 de Dezembro à noite, era a ceia de Natal. Como é tradição, reuniu-se com a sua família e comeu: batatas cozidas, ovo, cenoura, bacalhau... De sobremesa, rabanadas, aletria, bolo-rei e outras guloseimas. Antes de ir dormir, preparou um magnífico lanche para o Pai Natal, porque, quando chegasse, iria ter muita fome e também para o recompensar do seu presente de Natal.
            Na manhã seguinte, mal acordou, foi a correr para a lareira e qual não foi o seu espanto, quando reparou que o Pai Natal tinha comido o lanche todo e lhe tinha deixado um pequeno embrulho. Muito entusiasmado, pegou nele e levou-o para o quarto dos pais para o desembrulhar e verem o que seria. O João teve uma grande surpresa, nem queria acreditar. O Pai Natal deu - lhe uma PSP e um jogo, mesmo o que o João queria. A mãe explicou-lhe que teria sido a recompensa de ele ser bem comportado.
O João ficou muito, mesmo muito feliz e pensou que todas as crianças do mundo, principalmente as mais pobres, deveriam ter comida, roupa, brinquedos e um Natal tão feliz como o dele.

Mariana Rodrigues lopes